"Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro." (Freud)
E eu diria mais... que temos que viver como se fôssemos não de ferro, mas de aço inoxidável. Rs
Trocadilhos infames à parte, eu estou mesmo é com o Chaplin: "Mais do que máquinas precisamos de humanidade."
As pessoas muito se orgulham de serem duronas, de não demonstrarem o que sentem, de serem fechadas, absolutamente impenetráveis. Peraí um pouco... Quem disse que isso é o mais certo, ou o melhor, ou o mais honrado modo de viver?!?!?!?!?!?!
Eu sou uma pessoa bastante transparente. Não deixo de ter meu orgulho, mas sei muito bem demonstrar meus sentimentos, deixo que eles aflorem, e não sou "menos feliz" nem tenho "menos dignidade" por ser assim. Pelo contrário.
Considero o saber demonstrar suas emoções um dom que é raro. Raro porque, ao mesmo tempo que há pessoas que não demonstram nada, há aquelas que armam um circo por causa de uma "unha quebrada". É um equilíbrio delicado o ponto entre estes dois extremos o que eu considero como sendo a "humanidade" a que se referia Chaplin.
É nesse ponto intermediário que eu me coloco. E é esse ponto que eu valorizo nas pessoas que são como eu. Ponderar, sem levar para a total racionalidade, e sentir sem levar para o completo estado de "selvageria emocional".
Transparência verdadeira, pra mim, é isso.
19/01/2009.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
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