Tudo na vida acaba valendo a pena em algum momento. Pode não parecer assim quando se está vivendo alguma situação chata, que aborrece a gente, e que causa uma decepção muito grande - que, às vezes, parece que nunca será superada. No fim das contas, entretanto, a gente percebe que passar por aquilo valeu a pena; que a gente ficou repentinamente - ou não tão repentinamente assim - mais forte; que "sobreviveu", e tá aí pra contar a história.
Todos os nossos aparentes machucados um dia se curam, e viram cicatrizes - às vezes nem cicatrizes deixam. Quando ficam as marcas, elas servem pra lembrar a gente, numa próxima, que tudo na vida passa, inclusive a própria vida. Então, o que a gente vivencia só pode servir pro nosso crescimento pessoal; seres humanos precisam de experiências que mostrem sua força, sua coragem, sua garra pra seguir em frente, e não desistir de tudo antes da hora. Seres humanos, às vezes, aprendem levando pancada, caindo e se reerguendo (muito embora o que eu queira mesmo é poder aprender sem me machucar...), porque isso faz parte da vida.
Os cortes que mais dóem em mim são aqueles fininhos feitos com papel. Dói à beça! E depois, nem marca fica! - Acho que as coisas aparentemente ruins que têm acontecido comigo têm sido assim: como cortes de papel; acontecem, causam dor, mas depois de superada essa dor, não fica mais nada: minha "pele" tá inteirinha de novo, pronta pra outra (esperando que esse outro corte não venha, mas se vier...). Eu passo por elas, e fico forte, mais forte, mais resistente, mais corajosa, encarando melhor a vida, e sabendo lidar com ela e, principalmente, comigo mesma.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
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